Cintas da Tecnotextil consolidam inovação no setor sucroalcooleiro

No setor sucroalcooleiro as cintas de poliéster chegaram para ficar. Esta foi a lição que ficou no mercado após a recente participação da Tecnotextil na Fenasucro, onde a empresa exibiu suas cintas para acoplamento em moendas em parceria com a Okubo, sua distribuidora em Ribeirão Preto (SP).

Também pioneira na fabricação desta linha, a Tecnotextil viabilizou expressivos ganhos de produtividade e redução de custo nas usinas de todo o Brasil, que desde 2002 vêm substituindo o sistema de ternos de moenda, do tradicional “luvas palito” pelo eficiente sistema flexível, utilizando as cintas de poliéster para o acionamento das moendas. “Há cerca de 500 usinas em operação no Brasil e todas caminham rumo à substituição do antigo sistema por cintas de poliéster”, previu o engenheiro Marcelo Bocardo, que no dia 24 de setembro palestrou sobre o tema no auditório da Tecnotextil.

Sistema Luva Palito

Segundo o engenheiro que acompanhou este processo de inovação desde o começo, “o dispositivo luvas-palito gerava muitas quebras e paradas de manutenção, pois as peças metálicas se desgastavam com a oscilação da moenda durante o esmagamento da cana, por isso o sistema de luvas flexíveis foi um verdadeiro sucesso”. Bocardo ressaltou que chegou a fazer os primeiros projetos com cabos de aço circulares, porém estes apresentaram um baixo tempo de vida útil, alto custo e uma extrema dificuldade de manutenção e lubrificação.

Sistema Flexível

Em razão de sua flexibilidade, as cintas de poliéster absorvem os impactos e permitem um maior deslocamento dos eixos, além de resistirem facilmente à elevada tração transmitida pelas máquinas. Foi certamente uma solução sob medida.

As cintas não só apresentam maior vida útil, como também dispensam lubrificação e manutenção mecânica, além de proporcionarem uma economia de potência estimada em 13% para moendas alimentadas por energia elétrica e de até 25% naquelas a vapor. Para o Brasil, que desponta como maior produtor de etanol do mundo, os ganhos de produtividade gerados pelo novo dispositivo devem assegurar uma posição competitiva no mercado internacional.

A montagem do dispositivo é simples e utiliza três tipos de cintas e Bocardo explicou porque recomenda a Tecnotextil, destacando que “(…) elas possuem a capa mais firme e seus filamentos não são embaraçados; quanto à costura então, nem tem comparação!”. Outro fator importante é o atendimento técnico, pois toda equipe de vendas e parceiros da Tecnotextil sabem dimensionar corretamente qual a cinta necessária para cada tipo de moenda.

Segundo o Diretor Comercial da Tecnotextil, Ronaldo Leal, os contatos feitos durante a Fenasucro já estão gerando negócios, que devem se intensificar à medida que se aproxima a época de safra. “Agora estamos na entressafra. A partir de dezembro aumenta a demanda pela reposição de cintas nas usinas”, sublinhou o executivo, acrescentando que a Tecnotextil manterá a estratégia de abastecer o mercado através da sua rede de distribuidores, cuja lista pode ser obtida na seção de Vendas de nosso site.


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