Curso de inspetor realizado gratuitamente em Macaé/RJ

Tecnotextil desfaz mitos em curso que constatou índice de satisfação superior a 80%!

Para as lideranças da Petrobras que mantêm contato diário com a Tecnotextil, a segunda quinzena de agosto foi uma oportunidade de rever conceitos, quebrar mitos e dissipar dúvidas. Isso tudo em apenas dois dias de curso que a empresa ministrou no auditório do Hotel Blue Tree Towers, em Macaé/RJ, onde o tema “inspeção de cintas” foi abordado perante um público que também incluiu profissionais da Bureau Veritas, BSM Engenharia, Outotec, V&M, Vix Logística entre outros.

Durante o evento, ficaram claras as vantagens das cintas de poliéster sobre os cabos de aço, cuja inspeção é muito mais complexa. Outro diferencial que ficou evidente foi a durabilidade das cintas, que varia conforme as condições de uso, ao contrário dos cabos, que têm prazo de validade e precisam ser recertificados. “A cinta pode durar tanto dez dias como dez anos, dependendo da tração aplicada, da temperatura ambiente, da exposição a produtos corrosivos e diversas outras variáveis. O importante é inspecioná-la antes do uso, o que é muito simples”, explicou o Coordenador de Mercado da Tecnotextil, Ednaldo Silva. Segundo o especialista, alguns fabricantes inserem um prazo de validade fictício nas etiquetas das cintas, recomendando que elas sejam descartadas após seis meses de uso. “Não caiam nessa conversa, pois a cinta pode durar muito menos, se for usada com intensidade, ou muito mais, se for submetida a um ‘stress’ menor. No primeiro caso você correrá riscos por usá-la além do que deve e no segundo caso terá prejuízo por descartá-la antes da hora”, concluiu Ednaldo. A lição surpreendeu até profissionais experientes.

Ainda versando sobre as precauções que devem ser adotadas, o CEO da Tecnotextil Jorge Vaz sublinhou a importância de verificar a procedência das cintas adquiridas. Algumas empresas se passam por fabricantes, quando são meras revendedoras. Outras inserem a NBR na etiqueta, mas não oferecem rastreabilidade, ou seja, não comprovam que a produção realmente obedece à norma. Segundo Vaz, “há maneiras de evitar esse tipo de fornecedor (…) deve-se verificar se o CNPJ constante na nota fiscal corresponde ao informado na cinta. Além disso, é aconselhável checar toda documentação legal a fim de verificar se a fabricação de cintas é de fato a atividade-fim dessa empresa”, recomenda o CEO.

A obediência às regras da ABNT está prevista no art. 39 do Código de Defesa do Consumidor e na Portaria n° 3214 do Ministério do Trabalho.

A obediência às regras da ABNT está prevista no art. 39 do Código de Defesa do Consumidor e na Portaria n° 3214 do Ministério do Trabalho.

Os aspectos legais do tema também foram abordados no curso pelo Gerente de Qualidade da Tecnotextil, André Lopes, que ressaltou o caráter obrigatório da NBR 15637, inclusive para fins de responsabilidade civil e penal. Por falta de divulgação, ainda há quem acredite que o cumprimento dela é facultativo. Esse foi outro mito desfeito no curso. “A NBR sempre foi obrigatória, pois foi redigida pela ABNT, instituição à qual o Estado delegou a atribuição de elaborar as normas técnicas”, destacou Lopes, exibindo um gráfico que mostra o número crescente de sentenças que utilizam as NBRs como critério de responsabilização civil e penal. Os casos julgados envolvem acidentes com transporte de carga, manuseio de ferramentas, aplicação de substâncias, etc. Em todos eles o fabricante deve comprovar que obedeceu à respectiva NBR no processo produtivo, sob pena de sofrer as consequências legais. “Com o segmento de cintas de poliéster não é diferente, sobretudo por envolver a movimentação de cargas pesadas e atividades de risco”, concluiu o Gerente de Qualidade da Tecnotextil.

Os resultados do curso foram avaliados através de uma pesquisa que constatou índice de satisfação de a 82%

Graças ao sucesso da iniciativa, a Tecnotextil planeja oferecer o curso novamente em 2013 e avalia a possibilidade de expandir seu público-alvo. “O saldo final foi realmente gratificante, tanto é que a iniciativa abriu portas para uma parceria com o CENPES (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento) da Petrobras”, relata o vendedor pleno Fábio Miranda. Ainda em estágio preliminar, a proposta do CENPES prevê o emprego de cintas Levtec para movimentar torpedos de até 120t usados para fixar plataformas de petróleo no fundo do mar.

Seguindo sua política de constante parceria no pós-venda, a Tecnotextil disponibiliza no seu site um formulário próprio para inspeções e uma vasta quantidade de informações úteis

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Esta e outras iniciativas consolidam a relação duradoura da empresa com seus parceiros, que mais uma vez puderam confirmar nossa capacidade de oferecer suporte e orientação num mercado competitivo.


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